14.1.10

A Big Event



"WE WANT A BIG EVENT TO RAISE AWARENESS that she is still missing. We would look at high-profile people who have already pledged support. IT WILL BE SOME SORT OF FOCUS AROUND AN ANNIVERSARY, to tell people that Madeleine ’s still missing. I think IT WOULD BE LATER THIS YEAR, once media attention has dropped, to bring it back up, hopefully, for a short period. IT WOULDN’T BE A ONE-YEAR ANNIVERSARY, IT WILL BE SOONER THAN THAT." - Gerry McCann, interviewed by Jason Groves, from the Daily Express, three months after Madeleine McCann disappeared.

10.5.09

Madeleine McCann está viva e na serra algarvia

Investigadores ingleses contratados pelos pais da criança desaparecida da Praia da Luz dizem ser muito provável que Madeleine McCann esteja ainda na zona da Praia da Luz. Dave Edgar, que chefia a equipa de investigadores privados de Gerald e Kate McCann, disse ao jornal News of the World ser “muito provável” que Madeleine esteja viva e naquela zona, indicando uma área do interior algarvio, a cerca de 16 quilómetros da Praia da Luz. “Tratam-se de zonas isoladas e pobres, onde os aldeões vivem como sempre viveram, desde há muitos anos”, afirmou o ex-polícia britânico, salientando que a polícia portuguesa nunca fez buscas naquelas zonas.

Investigadores ingleses tiveram acesso a “ficheiros secretos”

Um grupo de ex-polícias britânicos, contratados pelos pais de Madeleine McCann, afirmaram ontem estar na posse de elementos que apontam para a possibilidade de a menor ter sido raptada por pedófilos residentes no Algarve. De acordo com Dave Edgar, que chefia a equipa de investigadores privados, as fragilidades da actuação da polícia portuguesa portuguesa terão permitido ao raptor escapar. O investigador britânico revelou ainda, em entrevista ao jornal News of the World, que a sua equipa teve acesso a documentos do processo que não foram revelados aos jornalistas.

De acordo com o jornal inglês News of the World, foram registados uma série de ataques pedófilos a crianças britânicas, nos últimos anos, no Algarve, perante a incapacidade e incompetência da polícia portuguesa.
O mesmo jornal refere que quase duas dezenas de pedófilos viviam perto da zona de onde foi raptada Madeleine McCann. Dave Edgar, que trabalha para os pais da criança desaparecida da Praia da Luz acusa ainda a polícia portuguesa de se recusar a colaborar com os investigadores britânicos, que estão agora a tentar localizar os pedófilos que viviam perto do Ocean Club, na Praia da Luz.
De acordo com aquele ex-polícia britânico, Madeleine McCann poderá ter sido levada para um aldeia no interior da serra algarvia, salientando que a polícia portuguesa nunca realizou buscas naquela região. Os investigadores ao serviço da família McCann procuram agora, no Algarve, cinco pedófilos suspeitos que poderão ter raptado Madeleine.

9.4.09

Brendan de Beer, uma reles imitação de jornalista


Este exemplar da escória humana já antes se tinha dedicado a insultar Portugal e os Portugueses. Agora, numa entrevista ao pai negligente da criança “desaparecida” na Praia da Luz, o sabujo distorce e manipula um pormenor fundamental, para fingir que é um jornalista sério. A dada altura, pede ao pai negligente para esclarecer a contradição entre as suas declarações e as de Jane Tanner, em relação ao local onde Gerry Mccann se encontrava, quando parou para conversar com Jeremy Wilkins, pouco antes de Madeleine “desaparecer”.

O que Brendan de Beer não revela é que Jeremy Wilkins, que esteve a conversar com Gerry Mccann por volta das 21h15, garante que Jane Tanner não passou por ali. Jane Tanner, “La Visionária”, garante que passou por ali e viu Gerry e Jeremy a falar, na rua, junto ao portão de entrada do apartamento A5, pouco antes de ver o alegado suspeito a transportar uma alegada criança.

Só me fica uma dúvida: o Brendan de Beer é mesmo estúpido ou foi pago para fazer esta manipulação jornalística?

8.4.09

Ao serviço de Sua Majestade...


Diz o róseo plumitivo (também conhecido por Clarence Mitchell e, alegadamente, ex-jornalista...) que o “documentário” inventado pelos Mccann poderá ser transmitido pela SIC. Escolha óbvia, na nossa opinião. Basta lembrar que Pinto Balsemão é, por acaso, membro do Conselho de Administração do "Daily Mail and General Trust".
Que o Expresso, também do mesmo grupo, tem um patarata de um director que não se coíbe de lamber publicamente as botas ao casal de pais negligentes, de uma forma que insulta a inteligência de qualquer primata.
E convém não esquecer que o dito semanário, na saga Mccann, sempre esteve contra a polícia portuguesa. Ao ponto de ter sido recompensado com uma entrevista exclusiva deste casal de pais que não trocam um bom jantar por nada. De facto, isto é tudo gente da mesma laia.
Já agora, será que no referido documentário o casal de pais amantes de jantaradas com amigos recordam que a testemunha Jeremy Wilkins acusa Jane Tanner de mentir?

7.4.09

Clarence Mitchel goza com desempregados da Praia da Luz

A excrescência rosa que rasteja atrás dos Mccann resolveu gozar com os trabalhadores portugueses do Ocen Club, despedidos devido à difícil situação económica da empresa, na sequência do alegado rapto de Madeleine McCann. No seu estilo petulante e racista, o porta-voz regiamente pago para proteger o casal de pais negligentes ridicularizou os trabalhadores que ficaram desempregados, afirmando que "uma ou duas dessas pessoas [staff do Ocean Club] apontaram o dedo aos McCann [pela perda dos respectivos empregos], e têm dito que pensam em processá-los. Sem querer diminui-los, tenho sérias dúvidas de que tenham sucesso", como refere esta notícia. Já tinha vi bosta de muitas cores. Rosa, é a primeira vez. Mas a verdade é que, seja qual for a cor da bosta, cheira ao mesmo.

6.4.09

Paulo Rebelo regressa a Lisboa

Cumprida a missão de que foi encarregue, Paulo Rebelo deixa o Departamento de Investigação Criminal (DIC) de Portimão e regressa a Lisboa. Guilhermino Encarnação também deixa aquela DIC e passa à reforma.

Gerry Mccann "patético e oportunista"

"Eu não percebo porque razão permitem estas cenas patéticas e oportunistas de um indivíduo que tem vivido à custa do dinheiro de terceiros, que não consegue provar a ninguém – se bem que a polícia, ao contrário, não tenha provas seguras – que não tem nada a ver com o desaparecimento da filha, para além da incúria própria de mentecaptos que deixa três crianças sozinhas num apartamento enquanto vão para os copos."

"Desta feita, este indivíduo, Gerry McCann, regressou ao Algarve alegadamente para colaborar na realização de um documentário de um canal britânico de televisão por ocasião do segundo aniversário do desaparecimento de Madeleine McCann. Fico sem saber se estes ingleses, que se ofendem todos e inventam histórias idiotas à volta do facto da mulher do Presidente dos EUA ter tocado na rainha da Inglaterra – que não pareceu incomodada, pelo contrário – também realizam os mesmos documentários sobre as milhares de crianças que todos os anos desaparecem na Inglaterra ou se temos o dinheiro a falar mais alto? Madeleine, tinha três anos quando desapareceu em Maio de 2007 de um apartamento turístico na Praia da Luz, que desde então tem perdido clientes e já anda a despedir trabalhadores."

"Este indivíduo, Gerry, e a mulher, Kate McCann, foram constituídos arguidos em Setembro de 2007, embora tivessem sido ilibados em Julho de 2008 por falta de provas. Confesso que é tempo dos algarvios se revoltarem contra estas palhaçadas, porque já enjoam, tal a insistência em torno do desaparecimento da coitada da Madeleine, enquanto ninguém sabe o que acontece a milhares de outras “madeleines” que desaparecem por essa Europa fora, nomeadamente na Inglaterra. Há dias li, e retive, isto:

“Enquanto a busca por Madeleine McCann é exposta pela comunicação social do mundo todo, outras 100 mil famílias inglesas vivem o mesmo drama em silêncio. De acordo com um relatório da ONG inglesa “Parents and Abducted Children Together”, é esse o número anual de denúncias recebidas pela polícia do Reino Unido que envolve o desaparecimento de crianças e jovens. Segundo dados da ONG, houve um aumento do número de sequestros de crianças registados nos últimos 10 anos no país e pelo menos um quarto dos casos tiveram envolvimento dos pais”. É isto que tem que ser denunciado. Porque da suspeição, bem ou mal, este protagonista de mais um documentário de uma televisão inglesa não se safa."

Luís Filipe Malheiro, in "Jornal da Madeira"

5.4.09

Pulhas nojentos

A canzoada que pulula pelas redacções dos pasquins britânicos já começou novamente a ladrar, quase certamente seguindo as ordens dos assessores do casal de pais negligentes que deixou três crianças sózinhas, enquanto emborcava garrafas de tinto e branco, numas férias em Portugal. Gerry e Kate aceitam agora fazer uma “reconstituição” do que aconteceu naquela noite, depois de terem rejeitado o pedido da PJ para o fazer.
Percebe-se porquê. O casal de pais negligentes tinha receio – e deixou isso bem claro – que a reconstituição da PJ tivesse como objectivo confirmar as declarações dos nove amigos que alegadamente jantavam no Ocean Clube, nessa noite.
Esta “iniciativa” do casal de pais negligentes é referida pela obediente Comunicação Social inglesa, com destaque para o “The People”, que aproveita para lançar falsas informações. Dizem estes idiotas que a polícia renovou os apelos ao público, colocando cartazes e distribuindo cerca de 10 mil folhetos, onde se apela a informações sobre a criança desaparecida.
Seria caso para perguntar a estes mentecaptos do “The People”: quem é que vos paga para difundirem falsas informações? A nova campanha que referem foi lançada pelo casal de pais negligentes e não pela polícia.
Como sempre, a excrescência rosa que acompanha o casal de pais negligentes lança umas atoardas destinadas a provocar lágrimas nos ingénuos. Diz a coisa rosa que há novos elementos que podem conduzir a importantes pistas. Pois. Mas nada de transmitir essa informação à Polícia Judiciária, certo?

30.3.09

Limites

Ao que parece, o casal McCann está a fazer planos para regressar a Portugal, no próximo aniversário do desaparecimento de Madeleine McCann. Ora aí está uma boa ideia. Será uma óptima oportunidade para os portugueses mostrarem o que pensam deles. Cara a cara.

19.7.08

Quem se responsabiliza pelo 'caso Maddie'?

O camarada Henrique Monteiro, director do Expresso, também é conhecido pelo “Petit Larousse”, entre colegas de profissão. A alcunha veio-lhe da sabedoria enciclopédica que demonstrava, quando era apenas jornalista, aliada à sua baixa estatura. No caso McCann, Henrique Monteiro mostrou-se muito “Petit” e pouco “Larousse”. E revelou uma santa ignorância e uma ingenuidade pouco compatíveis com os seus anos de vida e lides jornalísticas, ao proclamar, do alto do seu “saco de plástico”, que “caso se provasse que o casal era culpado”, ele “perderia completamente a confiança na condição humana.”

Se o director do Expresso estivesse mais atento à realidade, perceberia que abundam, por esse mundo fora, casos de mães que matam filhos, filhos que matam pais e irmãos que matam irmãos. Escrevo estas linhas com o coração em frangalhos, receando que, se o acaso as levar ao conhecimento do Henrique Monteiro, ele se transforme num homem de pouca fé, desiludido e amargo, sem esperança na condição humana, como resultado do confronto com este mundo que ele, aparentemente, desconhece

Em Novembro de 2007, na cidade de Tucson, Jennifer E. Jansma matou o filho de oito anos. Em Maio de 2005, em Chicago, Nicole Harris matou o filho de quatro anos, porque ele não parava de chorar. Em Abril de 2007, em Maryland, um homem de 55 anos espancou a mãe até à morte. Em Março de 2001, na Bulgária, Daniela Terziiska, estrangulou o filho de três anos. Em Dezembro de 2006, no Alabama, Shalinda Kalika Glass matou o filho de cinco anos. Em Novembro de 2007, Linda Calbi espancou até à morte o filho de 14 anos, por este lhe ter pedido para desligar a televisão. Em Julho de 2008, em Las Vegas, Sherri Love esfaqueou até à morte a filha de sete anos e feriu o outro filho, de oito anos. Em Agosto de 2007, no Canadá, um adolescente matou a tiro a mãe, de 43 anos e a irmã, de quatro anos. Em Janeiro de 2008, na Flórida, um homem espancou até à morte a filha de quatro meses, porque preferia que a mulher tivesse dado à luz um rapaz. Em Fevereiro de 2008, na Geórgia, Anthony Tyrone Terrell, de 17 anos de idade, matou a mãe e duas irmãs, de 11 e 4 anos, respectivamente.

Americanices”, na sua larga maioria, dirá Henrique Monteiro, alcandorado no editorial do seu espesso jornal. Coisas que só ali acontecem. Mas na Escócia, Petrina Stocker matou o filho, colocando 13 colheres de sal no biberão de leite. Em Inglaterra, Danielle Wails matou o filho de quatro meses, pegou fogo à casa, e disse à polícia que tinha sido atacada por dois homens, que a ataram com o fio do telefone. Também em Inglaterra, Martina McHattie atirou ao chão o filho de seis meses e disse aos médicos que a criança tinha caído, acidentalmente. O bébé morreu no hospital, poucos dias depois.

Nada disto é novo. Reza a Bíblia que Caim deu o exemplo, matando o irmão Abel. A hipótese de Gerry e Kate McCann estarem envolvidos na morte da filha seria, para o director do Expresso, o fim do mundo. Do “seu” mundo, onde estas tragédias, pelos vistos, não existem. Porque ele assim o determina, presumo. Faltou-lhe explicar, no referido editorial, se a sua confiança na condição humana apenas tremelica quando estão em causa membros da classe média-alta britânica, loiros e de olhos azuis.

O mais desastroso de tudo, para o director do Expresso, terá sido o facto de a PJ ter transformado “em arguido (...) os pais de Maddie” e, ao mesmo tempo, ter enviado “sub-repticiamente para a opinião pública sinais de uma conjectura que foram dando como se estivesse provada: que a menina tinha morrido e que os pais tinham ocultado o cadáver.” Se o director do Expresso olhasse cá para baixo, para o mundo real, de vez em quando, saberia que, nos Estados Unidos, por exemplo, 77% das situações de abusos (violência física, abusos sexuais, abusos emocionais e negligência) detectadas pela autoridades, são praticados pelos próprios pais. Em 11% dos casos, são outros familiares das crianças. Em Inglaterra e no País de Gales, em 2002, cerca de 80 % dos autores de homicídios de crianças foram os próprios pais.

Henrique Monteiro diz-se feliz por não ter perdido a sua confiança na condição humana. Mas diz ter passado a desconfiar da Polícia Judiciária – uma polícia que não investiga, apenas faz conjecturas, escreve ele. Polícia incompetente, portanto. Uma polícia que tem “certas pessoas” que se sentem mais juízes que investigadores. O director do Expresso coloca nesse mesmo saco “certos jornalistas, para quem a verdade é o que lhe diz uma fonte da polícia, ainda que o bom senso contrarie a lógica dessa pretensa verdade.”

O bom senso, neste caso, é o bom senso dele, Henrique Monteiro. Porque aquilo que não estiver de acordo com o seu bom senso, pelos vistos, não será bom senso. Serão “conjecturas”, “mito”, “arrogância” ou “desastre total.” E toda essa “gente” que não partilhe o bom senso, com odor a infabilidade papal, do director do Expresso, é “gente mesquinha, pequena, sem qualquer grandeza.”

Felizmente, temos o Henrique Monteiro. Que não é mesquinho, não faz conjecturas, não alinha em mitos, é a modéstia em pessoa, tem bom senso e, embora pequeno de estatura, exala grandeza por todos os poros. Travestido de inspector da Polícia Judiciária, perito forense, especialista em análises genéticas, treinador de cães-pisteiros, juiz de Instrução Criminal e magistrado do Ministério Público, o director do Expresso já investigou a investigação e proferiu um despacho lapidar: “O chamado 'caso Maddie' foi um desastre.”

Quando acabei de ler este editorial, lembrei-me logo das conferências de Imprensa do Clarence Mitchell, dos vídeos do Jon Corner, das acusações desbocadas da Philomena McCann, das entrevistas do Gerry e da Kate, dos artigos de opinião do Tony Parsons, das reportagens da Lori Campbell, dos “directos” do Martin Brunt e da vivacidade e entusiasmo das intervenções televisivas do dr. Rogério Alves. Coitados. Perante isto, são uns meros aprendizes de feiticeiro.

22.6.08

Eurodeputados portugueses: políticos ou palhaços?

Portugal tem 24 deputados no Parlamento Europeu. Três deles, pelo menos, manifestaram o seu apoio à chamada “Resolução McCann”: Ilda Figueiredo (PCP), Ribeiro e Castro (CDS) e Jamila Madeira (PS). Carlos Coelho, do PSD, chamou os bois pelo nome: os McCann lançaram uma campanha de Relações Públicas para se apropriarem de uma inicativa do Parlamento Europeu, que estava em curso, afirmou. Ribeiro e Castro, por exemplo, revelou à RTP que é um dos subscritores da "Resolução McCann".

Nenhum destes 24 cidadãos portugueses - que têm a responsabilidade política de nos representar no Parlamento Europeu - se manifestou contra o facto de cinco dos seus colegas terem convidado dois indivíduos, considerados pelas autoridades judiciais portuguesas como sendo suspeitos de um crime, para participarem numa conferência de Imprensa, nas instalações do mesmo Parlamento Europeu, a fim de apresentarem a tal "Resolução McCann".

Ficaram silenciosos perante um insulto e uma ofensa dirigidos ao Ministério Público, à Polícia Judiciária e, indirectamente, ao próprio Estado português. Convidar dois arguidos, suspeitos de envolvimento no desaparecimento da própria filha, para apoiar uma resolução a apresentar ao Parlamento Europeu, é um acto de desrespeito e total desprezo pela integridade, credibilidade e honorabilidade das autoridades judiciais e policiais portuguesas, que constituíram Kate e Gerry McCann como arguidos num processo-crime que ainda decorre.

O silêncio destes 24 deputados deputados portugueses do Parlamento Europeu, nesta matéria, leva-me a questionar se nós, eleitores portugueses, estaremos ali representados por um grupo de políticos ou por uma troupe de palhaços.

5.6.08

Os Mccann e a Casa Pia

O Ministério Público quis saber quem andou a telefonar para os Mccann (e vice-versa), antes e depois de Madeleine desaparecer. Quis também saber o conteúdo das mensagens sms que foram trocadas entres os mesmos intervenientes. O Juiz de Instrução Criminal entendeu que isso era impossível "por inexistir suporte legal para o requerido". O Ministério Público, inconformado, recorreu da decisão do Juiz de Instrução Criminal. O Tribunal da Relação de Évora concorda com o Juiz de Instrução Criminal. Portanto, no volumoso processo da Casa Pia, não há nenhum registo de ligações telefónicas feitas entre suspeitos alvo de investigação nem nenhuma lista de números telefónicos, dos mesmos suspeitos? Certo?

As férias dos Mccann

Gerry e Kate vão tirar umas férias, com os gémeos, em data ainda desconhecida e em local que será mantido em segredo, adianta a Imprensa inglesa. Clarence Mitchell, o porta-voz da família, diz que férias em Portugal estão fora de questão. Ainda bem. Ficamos todos mais tranquilos. E será o local escolhido aquela famosa ilha do amigo Richard Branson, onde ainda estiveram, recentemente, vários dos mais importantes apoiantes dos Mccann? A ser verdade, qual será o milionário que lhe vais colocar o seu jacto privado à disposição, como aconteceu com a ida do casal ao Vaticano?

3.6.08

A curiosa ausência da Método 3

Já repararam que Francisco Marco, o palhacito que regurgitava enormidades do género “vamos encontrar a Madeleine antes do Natal (de 2007...)” não bota faladura há um bom par de semanas? Não chamaria a isso o silêncio dos inocentes, mas acho estranho que alguém tão excitável e vocal perante a visão de objectos cilíndricos de apreciável dimensão – as teleobjectivas da TV e dos fotógrafos, claro... - tenha agora guardado de Conrado o prudente silêncio. Curioso. Iria jurar que isso aconteceu desde que a Método 3 mudou para um novo e luxuoso escritório, com uns vizinhos interessantes,no rés-do-chão. Faz-me lembrar o tempo em que a redacção de O Independente era por cima do famoso Cinebolso.

20.11.07

Uma pergunta aos meus vizinhos espanhóis

Porque diabo é que vocês, em Espanha, permitem que esse imbecil da Metodo 3, um rato de sacristia com fedor a incenso, arzinho de seminarista castrado e restos do que obra debaixo das unhas, diga o que bem lhe apetece, numa estratégia despudorada de perturbação de um inquérito-crime e obstrução à Justiça portuguesa?
Eu sei que, por cá, quem se devia dar ao respeito anda de calças em baixo e lambe as botas aos ingleses, perguntando se gostam assim ou se querem com mais brilho. Mas não sabia que o longo braço dos McCann já tinha também chegado aos testículos de gente importante do outro lado do Guadiana. Não há ninguém que faça jus às sábias palavras do vosso Rei e diga a esse escroque e burlão desse Francisco Marco: “Por qué no te callas?

Nick Fagge, outro inglês armado em jornalista

A canzoada asquerosa que cospe nas páginas dos tablóides ingleses, para além de inventar notícias, também as plagia, sem dó nem piedade. Este energúmeno, que dá pelo nome de Nick Fagge, copia, linha a linha, o que foi publicado no dia anterior pelo Diário de Notícias, sobre buscas discretas da PJ, levadas a cabo na Igreja da Luz.

O energúmeno vai ao ponto de colocar entre aspas algumas frases, traduzidas do texto do Diário de Notícias, como se ele próprio estivesse a citar alguém. E é gentalha desta que anda para aí armada em jornalista, a arrotar os seus azedumes contra a Polícia Judiciária, contra Portugal e contra tudo o seja de “pele escura” tipo mediterrânico, como diz aquela senhora que tem visões, a Jane Tanner.

Estes alegados jornalistas ingleses, que tocam de ouvido mal um “amigo da família” dos McCann lhes sopra qualquer imbecilidade, são raça que tem todos os defeitos dos ingleses e, infelizmente, nenhuma das suas virtudes. Ponham-lhes uma cerveja à frente, pode ser que se calem. Ou melhor, um barril, que esta cáfila bebe bem.

Francisco Marco, um imbecil espanhol

Francisco Marco, alegado detective privado espanhol, disse à televisão que sabia quem raptou Madeleine, onde está e como fez o rapto. Ou seja, o imbecil do espanhol avisa antecipadamente quem raptou a criança que foi descoberto. Isso permitirá ao raptor fugir, desfazer-se da criança ou escondê-la melhor.

Imbecis deste calibre deviam ser obrigados a pedir uma licença especial para existir. E nunca se deveria dar tempo de antena a quem denota tão evidentes sinais de demência e retardamento mental. A única solução para este imbecil está no exemplo de Aljubarrota.

Mas não vale a pena bater-lhe com a pá na cabeça. Tal como acontece nalgumas espécies de organismos primitivos, o cérebro desta alimária está distribuído por todo o corpo. E concentra-se especialmente nos pés.

19.11.07

Palhaços e detectores de mentiras

A imagem dos McCann, na Imprensa, já nem sequer é uma caricatura. Começa a roçar o absurdo. A história do detector de mentiras é, até agora, a maior palhaçada encenada pelos assessores do casal. Primeiro, andaram a fazer o choradinho, a implorar que os submetessem ao detector de mentiras. Quando o 24 Horas lhes propôs que o fizessem, arrependeram-se e fugiram.

Esclarecendo definitivamente esta fantochada nojenta, o presidente da Associação Britânica e Europeia dos Polígrafos (naquelas ilhas, têm associações para tudo…) diz ter ficado completamente baralhado com a reacção do casal, quando lhe sugeriu que fizessem o teste, organizado pela sua associação. “Fiquei com a impressão de que tudo isto não foi mais do que uma manobra de propaganda para atrair simpatias, numa altura em que a Kate estava sob intenso escrutínio,” diz o sr. Dan Cargill, presidente da dita associação. Palhaços, digo eu.

14.11.07

Deputados europeus portugueses distraídos

Do Bloco de Esquerda ao CDS, todos os deputados portugueses do Parlamento Europeu condenam as acusações feitas pelo seu colega Roger Knapman. Nenhum se lembrou de lhe pedir explicações sobre as afirmações que ele fez, em relação aos serviços secretos britânicos e ao conhecimento que estes terão dos pormenores do desaparecimento de Madeleine McCann.

Dizia (ou mandou dizer, o que dá no mesmo…) o senhor Roger Knapman à destinatária da missiva: “Posso-lhe garantir que a polícia e os serviços secretos britânicos têm, desde há muito tempo, uma melhor perspectiva dos factos relacionados com este caso do que a Polícia portuguesa.”

Será mero esquecimento de Edite Estrela, Ilda Figueiredo, Miguel Portas e Carlos Coelho e mais alguns outros? Ou alguém lhes terá feito ver que não interessa - agora... - levantar este tipo de questões?

10.11.07

Gerry McCann: Preparando as “próximas semanas”

Excerto do blog de Gerry McCann – Domingo,1 de Julho de 2007, 59º dia após o desaparecimento de Madeleine McCann:

“Um dia passado em família, novamente, para além de algum tempo a arrumar e fazer malas. Os nossos amigos vão voltar a casa (amanhã de) manhã e fui buscar alguns familiares ao aeroporto, esta noite. O nosso responsável pela campanha também chegou e vamos concluir o planeamento de mais alguns eventos para as próximas semanas.”

9.11.07

Gerry McCann em 3 de Junho: planos a longo prazo

Daily Express, Domingo, 3 de Junho de 2007:

“(…) Gerry McCann, 38 anos, diz: ‘Uma das nossas ideias é, talvez, juntar toda a gente que nos tem apoiado publicamente. Não apenas as pessoas do Reino Unido mas de todo o mundo. Queremos organizar um grande acontecimento para chamar a atenção para o facto de ela (Madeleine) ainda estar desaparecida. E estamos a pensar em pessoas conhecidas, que já nos manifestaram o seu apoio. Servirá para dar destaque a um aniversário, por exemplo, para dizer às pessoas que Madeleine ainda está desaparecida. Julgo que será, provavelmente, mais para o fim do ano, quando diminuir a atenção dos Media, para voltar a tê-la, esperamos, rapidamente. Não será no 1º aniversário, será mais cedo do que isso (…)”

5.11.07

Comer, calar e desejar ainda mais

Todos os dias a Imprensa inglesa inventa uma nova imbecilidade para provar que a Polícia Judiciária é incompetente e não soube investigar o caso Madeleine. A PJ tem que calar e consentir, deixando correr o marfim, porque quem tem o processo nas mãos é a Procuradoria-Geral da República. O Ministério Público, dirigido por alguém tão competente que nem sabe o que há-de fazer em relação a eventuais escutas ao seu próprio telefone móvel, consente e cala – e cá para mim, muitos dos senhores Procuradores até devem achar útil, este enlamear da PJ.

O Ministério Público sempre se teve na conta de um autêntico "salvador da Pátria", única garantia da legalidade, em Portugal, perante uma Polícia Judiciária alvo de todas as suspeitas. E alvo de todos os tiros, porque não tenho notícia de que alguns desses senhores Procuradores tenha apanhado um balázio, no exercício das suas funções. O pior que lhes acontece é deixar cair um processo em cima do pé ou tropeçar ao entrar no BMW.

Mesmo com todas as limitações legais impostas pelo segredo de Justiça, de quando em quando ainda o presidente da ASFIC vai dizendo algumas verdades. Por enquanto (e lembrem-se do que aconteceu ao Coordenador Criminal Gonçalo Amaral, por dizer o mesmo...) Do lado das estruturas sindicais que representam juízes e magistrados do Ministério Público, jorra o silêncio. Até parece que nada têm a ver com o que se passa. Mas logo que surgirem novidades, se forem boas, podem ter a certeza que não serão os homens da PJ a encher os écrans da televisão e a dissertar sobre a eficácia da investigação criminal em Portugal.

3.11.07

Uma empresa de detectives ou de assassinos?

No Daily Mail de hoje, dia 3 de Novembro, refere-se com detalhe parte da investigação que a Método 3, empresa espanhola de detectives privados, levou a cabo em Marrocos. O jornalista descreve como Antonio Jimenez, ex-responsável pelo combate ao crime organizado da polícia espanhola, foi a Marrocos e deslocou-se à aldeia onde Naoual Malhi terá visto reconhecido Madeleine McCann.

Convém dizer que a Dra. Naoual Malhi (exacto, é médica…) é divorciada, tem uma filha e vive numa zona perto de Marbela, habitada exclusivamente por britânicos. Algumas semelhanças de perfil, sem dúvida, com Mari Olli, a “turista norueguesa” que primeiro viu Madeleine McCann em Marrocos e que, mais tarde, se descobriu ser casada com Ray Pollard, nascido e criado em Groby, Leicester (a 10 minutos de Rothley, onde residem os McCann). Coincidências.

Mas a Método 3, pelos vistos, quer dar uma oportunidade aos alegados raptores de Madeleine McCann. Em vez de investigar discretamente e comunicar à polícia o que descobriu, a Método 3 coloca a boca no trombone e conta tudo à Imprensa Inglesa.

Se Madeleine estivesse nas mãos de um rica família árabe de Marrocos, como diz a Método 3, o que é que lhe aconteceria, ao saber que já há jornalistas ingleses a seguir a pista dessa família, graças às informações que a empresa espanhola de detectives lhes forneceu?

Pedro Tadeu, novo porta-voz da Polícia Judiciária

Descobri esta noite que o director do 24 Horas é também o novo porta-voz da Polícia Judiciária. Em declarações à SIC Notícias, o jovem Tadeu (O Pedro, não o Judas...) diz que o seu jornal teve que desmentir apenas uma manchete relacionada com o caso Madeleine McCann – uma manchete onde citava o jornal inglês Times.

A SIC Notícias não teve o cuidado de perguntar ao Times ou aos autores da notícia se ela tinha, de facto, sido desmentida, por quem de direito. O Tadeu (o Pedro, não o Judas...) pelos vistos, é a fonte mais idónea para falar em nome da Polícia Judiciária – única entidade que poderia (e poderá...) confirmar ou desmentir os resultados das análises feitas no Forensic Science Service.

O facto é que a notícia publicada no Times, em 16 de Agosto deste ano, assinada por mim e pelo meu colega Duarte Levy, não foi desmentida, até agora. A não ser na cabecinha fantasiosa do camarada Tadeu, que está mais próxima da bíblica figura de Judas do que do apóstolo a quem foi buscar o primeiro nome (e ele bem sabe porque é que eu digo isto…)

E já agora, o camarada Tadeu pode ficar a saber que eu e o Duarte Levy mantemos, ponto por ponto, a notícia publicada no Times. E que essa notícia se refere à primeira análise feita no FSS, do conjunto de centenas amostras que lá chegaram, recolhidas na Praia da Luz.

Acontece que essa primeira amostra foi recolhida na parede de um dos quartos do apartamento A5. Está lá escrito: “(…) discovered on a bedroom wall by British sniffer dogs.” E os resultados são os que constam do relatório que a PJ tem. Mas isso, o Tadeu deve saber, como resultado desta sua curiosa acumulação de funções, ora director de jornal, ora porta-voz da PJ…

2.11.07

As tardias explicações do casal McCann

A notícia de que novos resultados provenientes do laboratório de Birmingham incriminam os McCann anda hoje à solta pelos Media ingleses. O porta-voz do casal, Clarence Mitchell, contra-atacou imediatamente. “Os McCann têm uma explicação para quaisquer provas que a polícia possa encontrar.”

O senhor Clarence, mais conhecido pelo “Comical Clari” nos fóruns de discussão ingleses, devia elucidar-nos porque razão os McCann não deram essas explicações, quando foram interrogados pela Polícia Judiciária, evitando serem constituídos arguidos.