10.11.07

Gerry McCann: Preparando as “próximas semanas”

Excerto do blog de Gerry McCann – Domingo,1 de Julho de 2007, 59º dia após o desaparecimento de Madeleine McCann:

“Um dia passado em família, novamente, para além de algum tempo a arrumar e fazer malas. Os nossos amigos vão voltar a casa (amanhã de) manhã e fui buscar alguns familiares ao aeroporto, esta noite. O nosso responsável pela campanha também chegou e vamos concluir o planeamento de mais alguns eventos para as próximas semanas.”

3 comentários:

MCarmo disse...

O comentário não é meu.Vem em anorak.co.uk:
....."VANCOUVER SUN: JOHN Austin MP says the British media, the public and police have largely ignored the recent story of 48 trafficked children who went missing while in the protective custody of social service agencies in England.

As reported on Canada.com: “The children, aged 10 to 17 and mostly girls from Africa and China, are believed to be back in the hands of organized crime figures who originally smuggled them into England to work as child prostitutes.

Meanwhile, the British media, the public and authorities obsess every day about the whereabouts of a pretty blond four-year-old, Madeleine McCann, who went missing over the summer in Portugal.

“I find the dramatic contrast between (public attention to) the worldwide search for Madeleine, and the plight of 48 missing children in Britain, extraordinary,” says Austin.

Como se vê,há muitas Maddies chinesas e africanas.Se forem caucasianas,serão pobres.

MCarmo disse...

na continuação do que não é da minha autoria e provavelmente os portugueses até leram:
http://expresso.clix.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/161622

crianças e ....drogas em brinquedos

MCarmo disse...

Cornwell, Patricia D.
Patricia Cornwell foi alvo de um infância trágica, durante a qual foi mal tratada e abandonada. Desde cedo tomou consciência da negligência que a sociedade vota às vítimas, daí que talvez a compaixão seja uma das características a que dá mais valor. Durante a juventude foi jornalista de investigação criminal no The Charlotte Observer. Foi vítima de anorexia, bulimia, alcoolismo e depressões nervosas, tudo experiências que considera importantes para o seu crescimento interior. Colaborou como voluntária numa esquadra de polícia, período durante o qual perseguiu assassinos e assistiu os crimes, o que contribui muito para a intensa veracidade dos seus romances. Viver no terreno e nas situações que retrata, é aliás uma regra da qual Patricia Cornwell não abdica. Atualmente dedicada à atividade da escrita em tempo integral, esta autora confessa que encontrou na criação de romances policiais, a forma ideal para se libertar das recordações traumáticas da infância. Divide o seu tempo entre Richmond, Virginia e Los Angeles.

Obras de Cornwell, Patricia D. disponíveis